Minerva Foods recebe certificação Great Place to Work nas operações do Brasil - Minerva Foods | Criando conexões entre pessoas, alimentos e natureza.
Minerva Foods recebe certificação Great Place to Work nas operações do Brasil

Minerva Foods recebe certificação Great Place to Work nas operações do Brasil

28/03/2023

Compartilhar em:

Minerva Foods recebe certificação Great Place to Work nas operações do Brasil

Reconhecimento atesta a Companhia como um excelente local para trabalhar, por meio de metodologia que analisa a satisfação dos colaboradores.

A Minerva Foods, líder em exportação de carne bovina na América do Sul e uma das maiores empresas na produção e comercialização de carne in natura e seus derivados na região, anuncia a conquista da certificação Great Place To Work nas operações do Brasil. O reconhecimento é obtido por meio de pesquisa de engajamento, tradicionalmente aplicada pelo instituto em 97 países.

O resultado tem como base a avaliação sobre as relações construídas no dia a dia do trabalho, as estratégias de gestão de pessoas, desenvolvimento de carreiras, o engajamento, a credibilidade e a confiança das equipes em seus líderes. Os dados obtidos por meio do formulário irão contribuir para que a Minerva Foods siga aprimorando os seus processos.

A certificação reflete o trabalho desenvolvido e reconhecido pela equipe, que visa o cuidado com as pessoas para que se sintam parte de um ambiente confiável e transparente nas relações, onde possam crescer profissionalmente.

“Esse reconhecimento mostra a força dos nossos valores, de como nos comprometemos em aplicá-los ao nosso dia a dia, colaborando para nos tornarmos uma empresa cada dia mais forte. É uma conquista de todos que dedicaram seu tempo e energia para que a gente chegasse até aqui”, avalia Fernando Queiroz, CEO da Minerva Foods.

GPTW

O Great Place To Work Institute é referência mundial em analisar a satisfação dos funcionários em relação ao ambiente de trabalho e tornar os negócios mais atrativos. O programa foi fundado nos Estados Unidos na década de 1980 e, no Brasil, a pesquisa passou a ser realizada a partir de 1996.

Fonte: Portal do Agronegócio