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Geração de energia elétrica (GJ)

GRI 302-1 ODS 07 SASB FB-MP-130a.1
2021 2022 2023
Total de energia elétrica gerada (GJ) 2.459,37 2.806,15 7.010,39

Contexto

As unidades de Bucaramanga na Colômbia, Colac e Sunshine na Austrália, possuem sistema de geração de energia elétrica através de painéis solares.

Captação (retirada) total de água em áreas de estresse hídrico (m³)

GRI 13.7.4 GRI 303-3 ODS 06 SASB FB-MP-140a.1
2021 2022 2023
Captação de água (m³) 13.561.551,42 14.853.620,90 18.687.707,85
Áreas de estresse hídrido (m³) - fonte superficial 208.000,16 587.403,84 143.103,00
Áreas de estresse hídrico (m³) - fonte subterrânea - - 471.813,00
% captação em áreas de estresse hídrico 1,5% 4,2% 3,3%

Contexto

De acordo com a ferramenta Aqueduct Water Risk Atlas do World Resources Institute (WRI), no Brasil, apenas a unidade de Janaúba (MG) encontra-se em área de estresse hídrico. A unidade de Palmeiras de Goiás (GO), apesar de não pertencer a uma região de estresse hídrico, possui uma tendência futura de alteração de cenário. Em 2023, foram conduzidos estudos de risco hídrico nas unidades de Carrasco, Canelones e Melo (PUL), no Uruguai, a fim de mitigar os impactos sobre a disponibilidade hídrica na região. Sendo assim, a Companhia busca o melhor uso possível deste recurso, sendo responsável por desenvolver projetos e boas práticas visando à redução do consumo.

Descarte de água em áreas de estresse hídrico

GRI 13.7.5 GRI 303-4 ODS 06 SASB FB-MP-140a.1
2021 2022 2023
Descarte de água (m³) 12.091.439,38 12.466.980,60 14.286.128,60
Áreas de estresse hídrico (m³) - fonte superficial 176.884,70 456.006,80 -
Áreas de estresse hídrico (m³) - Rede Pública - - 378.774,00
% descarte em áreas de estresse hídrico 1,5% 3,7% 2,7%

Contexto

As áreas de estresse hídrico referem-se à unidade de Janaúba, no Brasil.

Descarte total de água por país

GRI 13.7.5 GRI 303-4 ODS 06 SASB FB-MP-140a.1
2021 2022 2023
Descarte de água Brasil (m³) 4.099.941,38 5.335.232,60 6.881.444,22
Fonte superficial (m³) 2.262.327,00 3.024.654,02 3.509.044,49
Fonte subterrânera (m³) 1.837.614,38 1.943.031,59 2.612.934,13
Rede Pública (m³) 0,00 368.302,00 759.465,60
Descarte de água Austrália (m³) - 64.035,00 500.341,80
Fonte superficial (m³) - 13.000,00 56.579,80
Fonte subterrânera (m³) - 0,00 0,00
Rede Pública (m³) - 51.035,00 443.762,00
Descarte de água Argentina (m³) 4.248.610,25 4.100.657,00 3.422.770,85
Fonte superficial (m³) 4.248.610,00 3.902.670,00 3.422.770,85
Fonte subterrânera (m³) 0,00 0,00 0,00
Rede Pública (m³) 0,00 0,00 0,00
Outros (m³)* 0,00 197.987,00 0,00
Descarte de água Colômbia (m³) 515.270,85 469.475,00 413.767,76
Fonte superficial (m³) 515.271,00 469.475,00 413.767,76
Fonte subterrânera (m³) 0,00 0,00 0,00
Rede Pública (m³) 0,00 0,00 0,00
Descarte de água Paraguai (m³) 1.759.460,00 1.185.106,00 1.564.644,10
Fonte superficial (m³) 1.201.378,00 715.862,00 1.564.644,10
Fonte subterrânera (m³) 558.082,00 469.244,00 -
Rede Pública (m³) 0,00 0,00 0,00
Descarte de água Uruguai (m³) 1.468.157,00 1.311.720,00 1.503.159,87
Fonte superficial (m³) 891.379,00 868.041,00 1.503.159,87
Fonte subterrânera (m³) 0,00 0,00 0,00
Rede Pública (m³) 576.778,00 443679,00 0,00

Contexto

Em 2023, houve a redução de 12% no descarte de água nas unidades da Colômbia e 17% nas unidades da Argentina.

Geração total de resíduos

GRI 13.8.4 GRI 306-3 ODS 12
2021 2022 2023
Total de resíduos gerados (toneladas) 103.044,78 148.873,89 149.489,71
Resíduos perigosos (t) 31,76 976,47 155,62
Resíduos não periogosos (t) 103.013,02 147.897,42 149.334,09

Contexto

Na Minerva Foods, a gestão de resíduos é conduzida em conformidade com as legislações vigentes e as diretrizes técnicas específicas para cada tipo de material, tendo como base nosso Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos. Todos os resíduos gerados seguem critérios técnicos elaborados para minimizar potenciais riscos à saúde pública e ao meio ambiente. Os critérios utilizados pela Companhia abragem desde a segregação até a coleta, armazenamento, transporte, tratamento e disposição final. A responsabilidade pela gestão do tema é compartilhada entre os setores geradores dos resíduos e o setor de Meio Ambiente, cabendo a este gerenciar e manter um controle rigoroso da geração de resíduos, os quais são pesados e registrados sistematicamente. Essas informações são mensalmente acompanhadas pela nossa gerência corporativa, em reuniões de desdobramentos de indicadores e acompanhamento dos planos de ação. Também possuímos empresas terceirizadas que realizam a gestão de pátio, incluindo a organização das áreas designadas para recebimento dos resíduos gerados nas operações. Os resíduos permanecem armazenados e separados por baias, ou em setores adequados, até que o volume seja suficiente para destinação final.
A destinação, por sua vez, fica a cargo de empresas terceirizadas devidamente licenciadas para essa atividade, que fornecem certificados de destinação final, garantindo transparência e confiabilidade. Quanto aos requisitos legais, demonstramos nossa preocupação e compromisso desde os primeiros passos de contratação de terceiros. O controle desse processo é realizado por meio do “Memorial Descritivo”, documento que descreve o escopo da atividade e exige pleno atendimento das empresas em suas obrigações e particularidades regulamentares.
A variação no indicador se deu pela adição de novas unidades no Uruguai e na Austrália ao reporte.

Geração de resíduos, por divisão de negócio

GRI 306-3 ODS 12
2021 2022 2023
Total de resíduos gerados (toneladas) - Brasil 19.410,85 44.953,37 53.305,21
Resíduos perigosos (t) 12,99 70,23 85,98
Resíduos não periogosos (t) 19.397,86 44.883,14 53.219,23
Total de resíduos gerados (toneladas) - Latam 83.633,93 103.040,02 83.916,63
Resíduos perigosos (t) 18,77 70,24 64,64
Resíduos não periogosos (t) 83.615,16 102.969,78 83.851,99
Total de resíduos gerados (toneladas) - Austrália - 880,50 12.267,87
Resíduos perigosos (t) - 836,00 5,00
Resíduos não periogosos (t) - 44,50 12.262,87

Contexto

No Brasil, o volume destinado para aterro teve um incremento em 4% devido ao aumento do número de cabeças abatidas. Com isso, foram abertos novos turnos de abate e/ou desossa em algumas plantas e expandido o quadro de colaboradores. Para a divisão Latam, por sua vez, houve uma redução de 9% no volume de resíduos destinados para aterro. O impacto foi causado pela unidade de Belén que deixou de enviar lodo da Estação de Tratamento de Efluentes para o aterro e passou a enviar para a compostagem. No Uruguai, ao longo do ano de 2023, alcançamos uma redução de 10% dos resíduos enviados para aterros sanitários em relação a 2022. Resultado das ações de conscientização acerca dos hábitos de consumo e geração de resíduos, promovemos a economia circular e eficiência no uso de materiais.
A variação no indicador se deu, principalmente, pela adição de novas unidades no Uruguai e na Austrália ao reporte.

Consumo total de energia elétrica, por país

GRI 302-1 ODS 07 SASB FB-MP-130a.1
2021 2022 2023
Consumo total de energia elétrica (GJ) 1.245.520,59 1.498.216,29 1.652.969,96
Consumo de energia elétrica Brasil (GJ) 536.348,14 698.041,05 751.492,79
Consumo de energia elétrica Argentina (GJ) 224.554,59 305.945,33 298.767,02
Consumo de energia elétrica Colômbia (GJ) 88.841,21 101.354,55 87.248,06
Consumo de energia elétrica Paraguai (GJ) 228.031,35 232.564,16 245.609,02
Consumo de energia elétrica Uruguai (GJ) 167.745,30 144.165,28 177.650,45
Consumo de energia elétrica Austrália (GJ) - 16.145,92 92.202,62

Contexto

A diferença expressiva no consumo de energia elétrica na Austrália deve-se ao fato de que as plantas operaram pela Minerva Foods apenas durante dois meses em 2022 e em 2023 operaram pelo ano completo. Ademais, nessa divisão não foram estabelecidas metas, pois as unidade estão passando pelo processo de padronização da gestão e controles internos

Intensidade energética

GRI 302-3 ODS 07 SASB FB-MP-130a.1
2021 2022 2023
Intensidade energética (GJ/ton produto acabado) 0,77 0,94 0,98

Contexto

O índice considera o consumo total de energia elétrica na Companhia (GJ) em relação ao volume de produção acabado das unidades de abate e desossa (TPA – tonelada produzida acabada). Houve necessidade de correção do índice referente ao ano de 2022.

Consumo total de água (m³)

GRI 13.7.6 GRI 303-5 ODS 06 SASB FB-MP-140a.1
2021 2022 2023
Consumo de água (m³) 2.082.291,99 2.386.906,31 4.401.579,25
Brasil** 149.848,04 1.129.693,31 1.386.417,60
Latam 1.932.443,95 1.247.111,00 2.946.944,45
Austrália - 10.102,00 68.217,20

Contexto

Cada unidade frigorífica realiza o monitoramento do consumo de água por meio de indicadores de performance (volume de água/tonelada de produto acabado), sendo responsáveis, ainda, por implementar procedimentos de melhoria na gestão dos recursos de maneira específica a depender do país em que estão localizadas. As unidades operacionais estabelecem metas anuais de redução de consumo de água com base em seu histórico individual, considerando fatores como o aumento da produção ou a implementação de novos equipamentos.
Para o ano de 2023, foram instalados novos equipamentos e, com isso, aumentamos o total de água utilizada na operação, principalmente no setor de abate. Com o objetivo de garantir o bem estar dos animais, se fez necessário aumentar o tempo de nebulização de água sobre o gado nos currais, mantendo a temperatura adequada para estes. Com foco na redução do consumo, desenvolvemos diversos projetos baseados na metodologia CMQ (Círculo Minerva de Qualidade), envolvendo nossos colaboradores. Na Argentina e na Colômbia, mesmo com as mudanças operacionais necessárias, registramos indicadores positivos quanto ao uso e descarte de água.
As unidades de abate e desossa do Brasil apresentaram uma redução de 6% sobre o consumo por produção em relação a 2022. Vale destacar que as ferramentas de gestão de água (carta de reuso e carta de boas práticas com água) são responsáveis por este resultado. Para as unidades Latam, o aumento do consumo de água acompanhou o aumento do volume de abate, sendo o número de fêmeas abatidas, acima dos machos abatidos. As fêmeas possuem um peso inferir de carcaça comparada aos machos, o que influencia no indicador volume de água consumida por tonelada de produto.
Em 2023, a Minerva Foods aumentou de 2.212 m³/dia para 2.735 m³/dia o volume da água de reuso representando um aumento de 23,6% em relação ao ano anterior.
* Aumento no consumo de água referente à incorporação da nova planta do Uruguai e operação da Austrália durante todo o ano (em 2022, as plantas da Austrália operaram apenas por dois meses pela Minerva Foods).
** Sendo 236.142,00 m3 consumidos em áreas de estresse hídrico.

Consumo total de energia elétrica, por fonte

GRI 302-1 ODS 07 SASB FB-MP-130a.1
2021 2022 2023
Consumo total de Energia elétrica (GJ) 1.245.520,59 1.498.216,29 1.652.969,96
Fonte renovável 1.245.520,59 1.498.216,29 1.652.969,96
Fonte não renovável 0 0 0

Contexto

Em relação ao consumo de energia elétrica, a Minerva Foods atua em concordância com o seu Programa de Eficiência Energética. Realizamos o controle do consumo e o acompanhamento de metas com base em indicadores técnicos, os quais são adaptados ao contexto de cada país em que atuamos.
O gerenciamento do tema e seus impactos é realizado em três principais frentes:
1. Diagnóstico energético;
2. Medidas de eficiência energética;
3. Conscientização e engajamento.
Desde 2020, a Companhia assegura que 100% da energia elétrica consumida em todas as suas operações provém de fontes renováveis. Esse status foi alcançado graças à aquisição dos certificados de energia renovável, conhecidos como I-RECs. Com exceção do Paraguai, em que toda a energia utilizada já é proveniente de fontes renováveis, as demais unidades possuem I-RECs.
Em 2023, demos continuidade a essa estratégia, mantendo o cumprimento de uma das metas estabelecidas em nosso Compromisso com a Sustentabilidade. Além de zerar as emissões do Escopo 2, decorrentes da aquisição de energia elétrica, considerando a abordagem de mercado, a Minerva Foods contribuiu com o impulsionamento do mercado de geração de energia a partir de fontes renováveis.
Como reconhecimento pelos nossos esforços, recebemos, pelo terceiro ano consecutivo, o Selo de Energia Renovável. Este não apenas valida a origem renovável da energia, mas também atesta a adoção de boas práticas sociais e de relacionamento com as comunidades pelas usinas geradoras. O selo é emitido pelo Instituto Totum em parceria com a Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica) e a Associação Brasileira de Energia Limpa (ABRAGEL).
Para conversão do consumo de kWh para GJ, seguindo o Sistema Internacional de medidas (SI), foi utilizado o fator de conversão -036.

Consumo de energia elétrica – por unidade operacional (GJ)

GRI 302-1 ODS 07 SASB FB-MP-130a.1
2021 2022 2023
Araguaína (BRA) 57.633,29 61.567,57 63.965,71
Assunção Planta 2 (PRY) 49.434,94 51.253,51 48.496,11
Assunção Planta 8 (PRY) 42.074,58 22.695,85 31.891,00
Assunção Planta 13 (PRY) - 12.916,62 10.245,32
Barretos (BRA) 87.337,37 98.841,01 87.503,09
Belén Planta 23 (PRY) 93.154,79 101.892,88 111.027,49
BPU (URY) - - 20.026,76
Bucaramanga (COL) 34.514,62 44.876,66 36.474,31
Campina Verde (BRA) - - 285,91
CD Araraquara (BRA) - - 13.001,01
Colac (AUS) - 9.833,30 68.576,94
Canelones (URY) 34.514,62 51.470,77 51.422,98
Carrasco (URY) 51.661,93 42.849,04 50.983,66
Ciénaga de Oro (COL) 54.326,59 56.477,89 50.773,75
Escritório Corporativo São Paulo (BRA) - 109,02 157,73
Escritório Villa Lobos SP (BRA) - 117,27 132,06
Esperance (AUS) - 3.108,91 5.863,27
Goianésia (BRA) - - 231,43
Janaúba (BRA) 47.755,74 43.732,89 45.586,75
José Bonifácio (BRA) 53.034,41 66.488,45 68.881,70
Melo (URY) - 49.845,47 55.217,05
Minerva Foods Industrializados (BRA) - 64.789,60 63.885,20
Minerva Leather (BRA) - 143,47 171,86
Minerva Foods Shop (BRA) - - 1.737,79
Mirassol d’Oeste (BRA) 27.847,71 63.075,49 71.264,09
Palmeiras de Goiás (BRA) 137.491,09 150.647,28 161.564,11
Paranatinga (BRA) 48.277,03 56.874,84 67.796,00
Pilar (ARG) 29.256,52 29.657,61 30.206,76
Pontevedra (ARG) 23.779,51 26.514,09 29.509,64
Rolim de Moura (BRA) 76.971,49 91.654,17 105.328,34
Rosário (ARG) 153.180,22 229.496,17 215.082,11
San Antonio Planta 3 (PRY) 43.367,04 43.805,29 43.949,10
Sunshine (AUS) - 1.517,68 10.155,14
Tammin (AUS) - 1.686,04 2.303,91
Venado Tuerto (ARG) 18.338,34 20.277,47 23.968,51

Contexto

A unidade de Asunción – planta 3 retomou suas operações a partir de 2022. A unidade de BPU no Uruguai foi adquirida em 2023. Em 2023, as unidades da Austrália operaram pela primeira vez por um ano completo sob a gestão da Minerva Foods.

Captação (retirada) total de água

GRI 13.7.4 GRI 303-3 ODS 06 SASB FB-MP-140a.1
2021 2022 2023
Captação de água (m³) 13.561.551,46 14.853.620,90 18.687.707,85
Fonte superficial (m³) 10.001.677,40 9.892.634,16 13.496.449,37
Fonte subterrânera (m³) 3.135.437,02 4.609.942,74 4.240.746,18
Rede Pública (m³) 424.437,00 351.044,00 950.512,30

Contexto

A captação de água pela Companhia segue estritamente as autorizações emitidas pelos órgãos ambientais, sempre com a premissa do uso responsável e da minimização dos impactos negativos, tanto presentes quanto futuros. A variação dos volumes se deu, principalmente, pela contabilização das novas unidades de BPU (URY), Esperance (AUS), Tammin (AUS), Colac (AUS) e Sunshine (AUS).

Captação (retirada) total de água por país, por fonte

GRI 13.7.4 GRI 303-3 ODS 06 SASB FB-MP-140a.1
2021 2022 2023
Captação total de água (m³) - Brasil 4.159.789,42 6.465.680,91 8.267.861,82
Fonte superficial (m³) 2.888.119,36 3.978.482,16 6.399.653,34
Fonte subterrânera (m³) 1.271.670,06 2.487.198,74 1.865.811,48
Rede Pública (m³) - - 2.397,00
Captação total de água (m³) - Austrália - 74.137,00 568.559,00
Fonte superficial (m³) - 16.879,00 -
Fonte subterrânera (m³) - - 49.878,00
Rede Pública (m³) - 57.258,00 518.681,00
Captação total de água (m³) - Argentina 4.998.365,00 4.824.302,00 5.318.951,00
Fonte superficial (m³) 4.111.630,00 3.605.789,00 4.023.307,00
Fonte subterrânera (m³) 886.735,00 1.218.513,00 1.295.644,00
Rede Pública (m³) 0 0 0
Captação total de água (m³) - Colômbia 606.201,00 552.324,00 486.785,59
Fonte superficial (m³) 276.594,00 286.543,00 221.125,29
Fonte subterrânera (m³) 0,0 0,0 0,0
Rede Pública (m³) 329.607,00 265.781,00 265.660,30
Captação total de água (m³) - Paraguai 1.727.243,00 1.394.242,00 1.840.757,76
Fonte superficial (m³) 655.381,00 483.433,00 827.983,06
Fonte subterrânera (m³) 977.032,00 887.352,00 1.012.774,70
Rede Pública (m³) 94.830,00 23.457,00 -
Captação total de água (m³) - Uruguai 2.069.953,00 1.543.201,00 2.204.792,68
Fonte superficial (m³) 2.069.953,00 1.538.387,00 2.024.380,68
Fonte subterrânera (m³) 0,0 0,0 1.6638,0
Rede Pública (m³) 0,0 4.814,00 163.774,00

Contexto

Em 2023, houve a redução de 11% na captação de água nas unidades da Colômbia. No Uruguai, houve a contabilização da nova unidade de BPU que começou a operar pela Companhia neste ano. Na Austrália, as unidades de Esperance e Tammin operaram somente por parte do ano de 2022 sob gestão da Minerva Foods e em 2023, operaram por todo o ano. Além disso, foram adicionadas ao indicador as novas unidades do país, Colac e Sunshine.

Descarte total de água (m³)

GRI 13.7.5 GRI 303-4 ODS 06 SASB FB-MP-140a.1
2021 2022 2023
Descarte de água (m³) 12.091.439,38 12.466.980,60 14.286.128,60
Fonte superficial (m³) 9.118.965,00 8.993.702,02 10.469.966,87
Fonte subterrânera (m³) 1.837.614,38 1.943.031,59 2.612.934,13
Rede Pública (m³) 1.134.860,00 1.332.260,00 1.203.227,60
Outras áreas (m³)* 0,0 197.987,00 0,0

Contexto

As ações de monitoramento e otimização de tratamento de efluentes são realizadas em linha com a legislação vigente em cada país onde atuamos. Nas divisões Brasil e Latam, todas as instalações industriais possuem estações de tratamento de efluentes (ETEs), operando de acordo com as diretrizes do licenciamento obtido e regulamentações dos órgãos competentes.
Na Argentina e no Uruguai, as ETEs estão passando por ampliações iniciadas em 2023, promovendo maior eficiência. Na Austrália, nas unidades de Colac e Sunshine, o processo de tratamento de efluentes é terceirizado, a partir de contrato com a concessionária local.
O controle de qualidade dos efluentes tratados obedece aos padrões dos órgãos reguladores locais em todas as operações. Também monitoramos indicadores como nitrogênio, fósforo, demanda bioquímica de oxigênio (DBO) e demanda química de oxigênio (DQO). Em relação ao descarte em corpos receptores, seguimos rigorosamente os limites de lançamento estabelecidos pelos organismos de controle. Caso sejam identificados parâmetros fora do padrão, o sistema de tratamento é minuciosamente avaliado para identificar e corrigir o problema.
Em 2023, 19% do efluente tratado, comparado ao total gerado pelo Brasil, foi destinado aos sistemas de fertirrigação nas unidades de Araguaína (TO), Palmeiras de Goiás (GO) e Paranatinga (SP). Houve uma redução de volume em relação a 2022 resultante das entradas das novas unidades Latam, uma vez que o processo de fertirrigação só está implementado nas unidades citadas anteriormente.

Consumo total de combustíveis, por tipo*

GRI 302-1 ODS 07 SASB FB-MP-130a.1
2021 2022 2023
Consumo total de Combustíveis (GJ) - - 2.957.484,34
Não renováveis - - 925.020,47
Renováveis - - 2.032.463,87

Contexto

* O indicador passou a ser reportado em 2023. Como combustíveis não renováveis foram considerados gasolina, diesel, GLP, gás natural, propano e querosene de aviação. Como renováveis, biomassa, etanol hidratado, lenha e sebo bovino.

Redução do consumo de energia

GRI 302-4 ODS 07 SASB FB-MP-130a.1
2021 2022 2023
Argentina (Eletricidade, GJ) - - 7.178,31
Brasil (Economia de combustível - lenha, GJ) - - 2.849,07
Colômbia (Eletricidade, GJ) - - 14.106,49
Paraguai (Vapor, t) - - 432,00

Contexto

Ainda em 2023, nas unidades brasileiras, foram conduzidos projetos a fim de otimizar o uso de combustíveis (lenha) na geração de vapor, com uma redução de consumo de mais de 2,8 mil GJ. Como destaque, tivemos um aumento de 0,53% de eficiência energética em relação ao ano de 2022, mesmo com o aumento de 8% no volume de produção acabado (TPA).
Nas unidades da Argentina e do Uruguai, foram implementados procedimentos operacionais objetivando uma maior eficiência energética. Na Argentina, reduzimos o consumo de eletricidade em 2,3%. Também conduzimos iniciativas relacionadas, principalmente, à otimização no uso do vapor, que terão reflexo nas metas de consumo de energia do próximo ano.
Na Colômbia, as ações de eficiência energética estiveram voltadas para a otimização dos sistemas de resfriamento e para a geração de energia elétrica a partir de painéis solares, representando uma economia de mais de 17 mil GJ, equivalendo a 12,2% de redução.
Enquanto no Paraguai, melhorias operacionais foram responsáveis por uma economia de cerca de 432 toneladas de vapor. Vale ressaltar que, na divisão Latam, houve um incremento no número de cabeças abatidas em 3%.

Materiais utilizados, por tipo e volume*

GRI 301-1 ODS 12
2021 2022 2023
Total de materiais utilizados - - 56.698,79
Plásticos (t)** - - 12.863,19
Papelão e pallets de madeira (t) - - 43.835,60

Contexto

* Os dados referem-se às divisões Brasil e Latam e passaram a ser reportados em 2023.
** Incluindo filmes, sacolas, embalagens, nylon e etiquetas.

Resíduos recuperados, por operação

GRI 13.8.5 GRI 306-4 ODS 12
2021 2022 2023
Total de resíduos perigosos - 15,09 28,60
Recuperação (t) - 15,09 19,93
Logística Reversa (t) - - 8,67
Total de resíduos não perigosos 67.019,81 100.481,53 107.109,25
Reciclagem (t) 6.060,28 6.612,96 8.648,57
Compostagem (t) 60.959,53 93.868,57 98.460,68

Contexto

Resíduos recuperados, por divisão de negócio*

GRI 306-4 ODS 12
2021 2022 2023
Total de resíduos recuperados (toneladas) - Brasil - - 49.740,81
Resíduos perigosos (t) - - 22,90
Resíduos não periogosos (t) - - 49.717,91
Total de resíduos recuperados (toneladas) - Austrália - - 8.230,19
Resíduos perigosos (t) - - 5,00
Resíduos não periogosos (t) - - 8.225,19
Total de resíduos recuperados (toneladas) - Argentina - - 13.856,18
Resíduos perigosos (t) - - -
Resíduos não periogosos (t) - - 13.856,18
Total de resíduos recuperados (toneladas) - Colômbia - - 13.788,48
Resíduos perigosos (t) - - 0,70
Resíduos não periogosos (t) - - 13.787,78
Total de resíduos recuperados (toneladas) - Paraguai - - 6.578,57
Resíduos perigosos (t) - - -
Resíduos não periogosos (t) - - 6.578,57
Total de resíduos recuperados (toneladas) - Uruguai - - 14.943,62
Resíduos perigosos (t) - - -
Resíduos não periogosos (t) - - 14.943,62

Contexto

Em linha com as metas estabelecidas pela Política Nacional dos Resíduos Sólidos, destinamos 22% do total de embalagens para logística reversa em 2023. Enquanto isso, nas unidades da Colômbia, cerca de 12 a 14% das embalagens destinam-se à logística reversa, pelo programa Puento Azul.
* Em relação a quantidade de resíduos de animais e estrume gerado dentro das instalações de abate e desossa da Minerva Foods, chegamos a um total de 39.908,71 e 37.156,75 toneladas, respectivamente. Todo resíduo de animal gerado é utilizado como insumo de material da Minerva Ingredients (SASB FB-MP-160a.1).
** Em 2021 e 2022, foram destinados ou recuperados 17.501,85 e 42.139,46 toneladas, respectivamente, pela divisão Brasil. Enquanto na divisão Latam, foram destinados ou recuperados 83.653,90 e 103.040,02 toneladas, respectivamente. Para o ano de 2023, passamos a reportar com a discriminação disposta na tabela acima, diferente dos anos anteriores.

Resíduos direcionados para disposição/descarte, por operação

GRI 13.8.6 ODS 12
2021 2022 2023
Total de resíduos perigosos 31,76 129,80 111,42
Recuperação (t) 1,39 - -
Aterros sanitários (t) 11,60 54,20 56,35
Incineração - queima de massa (t) 18,77 75,60 55,07
Total de resíduos não perigosos 36.013,18 47.366,96 29.669,50
Recuperação (t) - - 16,20
Aterros sanitários (t) 35.993,21 30.484,11 29.653,30
Incineração - queima de massa (t) 19,97 16.882,85 -

Contexto

Resíduos direcionados para disposição/descarte, por divisão de negócio

GRI 306-5 ODS 12
2021 2022 2023
Total de resíduos descartados (toneladas) - Brasil - - 2.988,31
Resíduos perigosos (t) - - 57,19
Resíduos não periogosos (t) - - 2.931,12
Total de resíduos descartados (toneladas) - Austrália - - 4.037,79
Resíduos perigosos (t) - - -
Resíduos não perigosos (t) - - 4.037,79
Total de resíduos descartados (toneladas) - Argentina - - 14.987,03
Resíduos perigosos (t) - - 29,94
Resíduos não periogosos (t) - - 14.957,09
Total de resíduos descartados (toneladas) - Colômbia - - 189,74
Resíduos perigosos (t) - - 2,61
Resíduos não perigosos (t) - - 187,13
Total de resíduos descartados (toneladas) - Paraguai - - 6.685,07
Resíduos perigosos (t) - - 6,86
Resíduos não perigosos (t) - - 6.678,21
Total de resíduos descartados (toneladas) - Uruguai - - 892,98
Resíduos perigosos (t) - - 14,82
Resíduos não periogosos (t) - - 878,16

Contexto

Em 2023, tivemos um custo de cerca de US$ 1,4 milhão na destinação de resíduos – excluindo plásticos de uso único (WEF Descarte de Resíduos Sólidos).
* Em 2021 e 2022, foram destinados ou recuperados 17.501,85 e 42.139,46 toneladas, respectivamente, pela divisão Brasil. Enquanto na divisão Latam, foram destinados ou recuperados 83.653,90 e 103.040,02 toneladas, respectivamente. Para o ano de 2023, passamos a reportar com a discriminação disposta na tabela acima, diferente dos anos anteriores.